1 de junho de 2012

Homossexualismo em filme com Glória Pires afasta patrocinadores

“Flores Raras”, dirigido por Bruno Barreto, conta a história de amor entre a escritora americana Elizabeth Bishop e a arquiteta carioca Lota Macedo de Soares.

Um diretor renomado que já teve filme até indicado ao Oscar. A protagonista é uma das atrizes mais disputadas do cinema nacional com uma carreira invejável por muitos. O roteiro tem como tema central a história de amor entre duas figuras importantes para a história do Rio de Janeiro e da literatura internacional. Com todos esses atributos é fácil imaginar que a produção do filme “Flores Raras”, dirigido por Bruno Barreto e com Glória Pires no elenco, não teria problemas para a captação de patrocínios.
No entanto, o longa-metragem enfrenta fortes barreiras nesse sentido. “Não conseguimos um tostão de nenhuma empresa privada”, afirmou Bruno, durante coletiva de imprensa de apresentação do filme, nessa quinta-feira (31), no Hotel Pestana, na Zona Sul do Rio.
Isso acontece porque o filme tem como tema central o relacionamento homossexual entre duas mulheres: Elizabeth Bishop (interpretada por Miranda Otto), poetiza americana que ganhou o prêmio Pulitzer, e Lota Macedo Soares (Glória Pires), arquiteta carioca dos anos 50 que idealizou e supervisionou a construção do Parque do Flamengo. O roteiro é baseado no livro “Flores Raras e Banalíssimas” de Carmem Lucia de Oliveira. “Quando apresentamos o projeto para as empresas, eles dizem que a história é linda. Mas na hora de dar a resposta, eles tiram o corpo fora alegando que não podem atrelar a imagem da empresa a esse assunto. Nunca esperei passar por isso em pleno século XXI e num país que se diz de mente aberta”, contou Paula Barreto da LC Barreto Produções.

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