LI ISSO NA INTERNET E ACHEI MUITO LEGAL
ADORO SER CORNO
Quando comecei a namorar minha esposa ela j tinha dado para mais de 30 caras a maioria porque era rico ou tinha carro importado. Como eu tenho um caralho de dar inveja no di metro sempre dei prefer ncia a mulheres bem rodadas por pois geralmente calso dor nas mais inexperientes e n o era o caso dela, podia meter sem d que ela era bem arrombada.Ela contava dos ex "namorados" e eu ficava muito louco de tes o, ela me contou quando conheceu um judeu numa boite e foi pro motel com ele. Quando o cara tirou a roupa disse que o pinto era enorme e que resolveu ir embora, o judeu jogou ela na cama de quatro e fodeu ela sem d como uma cadela, que gozou muito mas quando acabou deu gra as a deus.O outro era um agente da pol cia federal que parecia um jegue de t o caralhudo fazia ela "mamar" todo dia antes de sair para as noitadas. Uma noite ela estava "mamando" dentro do carro quando foram abordados por um cambur o, ele deu carterada e continuou comendo ela na frente dos guardas que faziam a "seguran a". No comesso fiquei meio encanado mas eu gostava de saber das hist rias e se era esta a minha tara, resolvi assumir para ela e abrir o jogo que eu ficava doido de pensar nela sendo fodida por outros caras, e que eu queria assumir ser corno. Ela ficou meio espantada, resolveu bancar a moralista e me dar li o de moral me recriminando. Eu argumentei que se existe mulher de malandro que gosta de apanhar porque n o pode ter o cara que gosta de ser corneado pela mulher.Nas nossas transas comecei a chama-la de puta e pedia para me chamar de corno. Comessamos a frequentar casas de swing e ficava com muito tes o de ver aquela sacanagem rolando solta, mas ela ficava envergonhada com tanta liberdade.Certa noite ela disse que iria realizar o meu desejo e tinha chamado o judeu para nos fazer uma visita. Chegou um puta Audi A6 em frente de casa e saiu um cara todo pintoso de dentro. Ela me pediu para ficar na cozinha enquanto "recebia" seu amigo. Eu n o sei o ela falou para ele no telefone mas ele chegou j bolinando a bocetinha dela. Minha mulher ofereceu uma bebida que ele aceitou e come aram a conversar ele falava baixarias para ela que n o parava de sorrir para ele, e eu s vendo pela fresta da porta.Certa hora ele mandou me chamar. Sentamos na sala e ele perguntou se eu era o candidato a corno. Eu disse que sim e ele ent o com minha mulher j ao seu lado tirou o pau pra fora da cal a e mandou minha mulher fazer uma gulosa na minha frente. Quase gozei s de ver aquela verga descomunal na boca da minha mulher. Ele perguntou se eu estva gostando de ver aquilo, n o tive palavras s acenei com a cabe a que sim. Ela tirou a roupa sem parar de mamar e ficava me encarando com cara de sacana. Ele pos ela sentada no sofa com as pernas escancaradas e mandou eu chupa-la para preparala para a foda. atendi de imediato e quando ela estava bem molhadinha ele me empurrou com o p e falou: "Chega t na hora de voc ser corno." e foi enfiando devagarinho aquele puta caralho nela. Ela tentava fugir pois realmente o pau era enorme mas eu ajudei a segura-la e vendo de close a penetra o, adorei ver meus chifres t o desejados serem postos. Ent o com a dor, parecia que ela ainda virgem, ela come ou a me xingar de corno manso que era aquilo que eu merecia um bom par de chifres na testa e etc. Quando se acostumou com a penetra o o judeu comessou a bombar bem forte ela entrou em del rio falava nada com nada gemia e chorava sem parar at que ele esporrou dentro dela. Na hora ele mandou: "Vai limpar corno, lambe minha porra". Nunca tinha experimentado porra fiquei meio com nojo, mas minha mulher disse: "T esperando o que, corno tem que beber a porra de outro macho mesmo". Superei o nojo e comecei a lamber enquanto ela mandava n o deixar nada.Quando achei que tinha acabado ela mandou eu sugar a boceta l dentro com vontade, chupei bem forte sua boceta arronbada e l de dentro veio um mar de porra na minha boca, engasguei mas ela n o deixou eu cuspir.O judeu me chamou e disse j que eu acostumei com gosto de porra tava na hora de eu fazer uma gulosa nele e sentou ao lado da minha mulher para chupar seus peitos. Chupei com vontade, e minha mulher dizia que sempre achou que eu queria ser viado. Quando estava ficando bem duro ele me empurrou com o p no meu ombro e falou: "Todo corno tem que ser viado, fica de quatro." Minha mulher pegou vaselina e passou no meu cu ainda virgem e enfiava os dedos at o talo, depois foi a vez dela me segurar e ele come ou a me enrrabar. Doia muito mas gozei na hora que ele socou at as bolas. Ele me empurrou de novo e falou que aquilo era para eu saber quem era o macho da casa e que agora era vez do cu da minha mulher e metendo nela sem d ela ficava me encarando e dizendo. "T gostando seu corno manso viado, t aprendendo o que um homem de de verdade, de hoje em diante voc s vai ficar olhando enquanto eu dou para quem eu quiser, meu corninho viado."O judeu ficou comendo minha mulher a noite toda enquanto eu dormia no p da cam s acordava para chupar a porra da boceta dela. No dia seguinte ela estava acabada, mas quando a comi era incrivel, eu n o sentia a sua boceta pois estava irremediavemente arrombada, ela s ficava rindo dizendo se estava boa a "sopinha" l dentro e que eu estava fazendo c cegas nela.Pode parecer estranho mas me realizei ao assumir que gosto de ser CORNO e sei que tem muito cara a , que nem eu, que tamb m tem esse desejo mas sente envergonhado. Sinceramente nada melhor que ver sua mulher na pica de outro gozando.
Nenhum comentário:
Postar um comentário