20 de setembro de 2011

Brasil cria comprimido único contra a Aids

Muito utilizados no tratamento contra a Aids, porém em comprimidos diferentes, os fármacos zidovudina (AZT), lamividina (3TC) e efavirenz (EFV) podem ser reunidos em uma única unidade, reduzindo-se de três para duas vezes diárias a necessidade de ingestão desses remédios, facilitando a adesão dos pacientes ao tratamento e reduzindo os custos de produção. O trabalho é do Laboratório de Tecnologia dos Medicamentos (LTM), divulgado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
Os comprimidos já vêm sendo produzidos na capital, depois de quatro anos de pesquisa, sob a coordenação do professor Pedro Rolim, diretor do LTM da UFPE. De acordo com os estudos, as propriedades dos medicamentos estão mantidas e não houve nenhuma incompatibilidade entre as três drogas, que integram o coquetel antirretroviral distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. No momento, novos testes são realizados, com o objetivo de testar o prazo de validade do comprimido.
O estudo mobilizou uma equipe de seis pessoas e integra a dissertação de mestrado do farmacêutico Danilo Augusto Ferreira Fontes, que foi defendida pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da UFPE. As pesquisas consumiram mais de R$ 1,2 milhão, provenientes do Ministério da Ciência e Tecnologia, via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Leia matéria completa em: O GLOBO





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