27 de dezembro de 2011

Alagoas sediará o primeiro Réveillon Gay do Nordeste

O primeiro réveillon Freedom do Nordeste e o segundo maior do pais.
Uma virada de ano com muita animação e diversidade, este vai ser o 'Pride', o primeiro Réveillon Freedom do Nordeste e o segundo maior do pais, o endereço LGBT mais cobiçado de Maceió, à beira-mar, em frente às futuras instalações do novo Shopping Classe A - Parque Maceió, vai ser o palco desta festa para lá de inusitada, embalada pelo som marcante e despojado da cantora Preta Gil, pelos DJs Paulo Pringles, da rádio Jovem Pan (São Paulo), Bruno Ramos, Pax, de Pernambuco, Feeling, de São Paulo, além da banda alagoana Esquadrão de Bali, além de convidados globais da cantora Preta Gil que estão sendo guardado a sete chaves.
A estrutura e a decoração do Pride vai ser um show à parte, terá palco 360 graus, mais de 60 metros de bar, espaço gourmet Casa Amarela a beira mar, e vários outros detalhes que enaltecem nossas belezas naturais e a proximidade com o mar, tudo com muita comodidade e segurança. De acordo com Paulinho "Cabeção", um dos organizadores, o evento preparado para quatro mil pessoas, já nasceu conquistando um futuro brilhante no Nordeste e no Brasil. “Maceió é considerada a capital dos réveillons e Alagoas é um Estado com localização central e muito receptivo, nossa proposta é fazer um evento diferenciado para um público muito especial e exigente”, afirma Paulinho Cabeção um dos sócios do evento e promoter das festas mais badaladas do estado.
Para Nildo Correia - Presidente do Grupo Gay de Alagoas / GGAL e Dino Alves e Articulador do Movimento LGBT no Governo de Alagoas - um evento com tal grande porte como este, esta contribuindo e muito para uma grande luta do movimento, que é por Maceió na linha do training Turístico LGBT do Brasil, sem sobra de duvidas o evento seguira com o total sucesso do momento, sem contar que de certa forma esta contribuindo não só no fortalecimento do turismo LGBT do país, como também criando uma nova ferramenta de geração de emprego/renda e negócios para nosso estado, eventos desta natureza gera capital não só direto para os cofres públicos, como também a rede hoteleira/aérea entre outras direta, sem contar nos indiretos como translado e passeios naturais.

Leia matéria completa em: Alagoas 24hs
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