18 de maio de 2011

Bolsonaro hesita e não entra no Seminário LGBT do Congresso. Mas na porta faz provocações a Sergio Cabral

O novo alvo dos ataques de Bolsonaro é o governador Sergio Cabral
Depois de Preta Gil, da senadora Marinor Brito, do deputado Jean Wyllys e da senadora Marta Suplicy, chegou a vez do governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral, do PMDB, ser vítima dos discursos do deputado Jair Bolsonaro, que também é de seu Estado.
O deputado ameaçou entrar no seminário LGBT que acontece nesta terça-feira, 17, no Congresso, mas limitou-se a ficar na porta alegando “não ter convites” para entrar _apesar de Jean Wyllys, um dos organizadores do Seminário, ter dito que Bolsonaro poderia ir ao encontro e se quisesse teria direito a palavra no microfone.
Da porta, parte da imprensa que cobria o Seminário foi até Bolsonaro ouvi-lo. Ele, desta vez, atacou Sergio Cabral. “Só falta o Sérgio Cabral criar o batalhão gay o Rio de janeiro, o 24º Gay. E bota o nome do batalhão de batalhão Sérgio Cabral. Negociar com os bombeiros ele não quer. Agora, dizer que tem muito policial militar e bombeiro no armário? Ele está de brincadeira”, afirmou Bolsonaro.

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